Fogo Sobre Terra
(Novela)
A novela narra a história de Pedro (Juca de Oliveira) e Diogo (Jardel Filho), dois irmãos separados aos três anos de idade por uma tragédia: a morte de seus pais. Diogo foi levado para o Rio de Janeiro e criado pelo engenheiro Heitor Gonzaga (Jaime Barcelos), enquanto Pedro foi criado pela tia Nara (Neuza Amaral) na fictícia Divinéia, no sertão do Mato Grosso. Os irmãos viveram separados por 30 anos. Depois, Diogo voltou à cidade natal para executar a obra de uma barragem. Essa barragem iria inundar Divinéia. Essa situação gerou um conflito entre os irmãos. Diogo considerava a barragem um progresso para a região. Pedro, por outro lado, não se conformava com o desaparecimento de sua cidade. Além desse conflito, Diogo se apaixona por Chica Martins (Dina Sfat), namorada de infância de Pedro, e logo ambos passam a disputar o amor da mesma mulher. No passado, Heitor Gonzaga e Nara tiveram um relacionamento. Dessa união, nasceu Bárbara, interpretada por Regina Duarte. Ela foi criada na cidade grande pelo pai. Heitor nunca revelou a verdade sobre quem é a mãe de Bárbara. Por causa dessa ausência materna, ela sofre crises nervosas que causam cegueiras temporárias. Ao chegar em Divinéia, Bárbara se aproxima de Nara e de Pedro e, aos poucos, consegue superar seus traumas. Nara consegue, com o tempo, conquista um lugar no coração da filha, revelando sua verdadeira identidade. Com o decorrer da trama, os conflitos entre os irmãos se intensificam; Pedro acaba preso por algum tempo e, quando liberto, percebe que é impossível lutar contra e desiste do conflito.
| PERSONALIDADE | PERSONAGEM |
| Abel Pêra | Vigário |
| Antônio Vitor | Bandeira |
| Aracy Cardoso | Lisa |
| Cleide Blota | Lurdes |
| Darcy de Souza | – |
| Dary Reis | Tonho Madeira |
| Dina Sfat | Chica Martins |
| Edson França | Nilo Gato |
| Edson Silva | Neves |
| Ênio Santos | Beato Juliano |
| Françoise Forton | Estrada de Ferro |
| Fúlvio Stefanini | Gustavo Almeida |
| Germano Filho | Quebra-Galho |
| Gessy Fonseca | Celeste |
| Gilberto Martinho | José Martins |
| Herval Rossano | Arthur Braga |
| Ida Gomes | Frida |
| Isaac Bardavid | Salim |
| Jaime Barcellos | Heitor |
| Jardel Filho | Diogo |
| José Miziara | Amadeu |
| Juca de Oliveira | Pedro Azulão |
| Léa Garcia | Rita |
| Lícia Magna | Isabel |
| Lourdinha Bittencourt | Suely |
| Marcos Paulo | André |
| Maria Zilda Bethlem | – |
| Mary Daniel | Maria |
| Monique Lafond | Judi |
| Neuza Amaral | Nara |
| Nilton Martins | Januário |
| Regina Duarte | Bárbara |
| Roberto Bomfim | Raul |
| Roberto Vieira | Cabo Anacleto |
| Rosana Garcia | Viviane |
| Sonia Braga | Brisa |
| Tamara Taxman | Jamile |
| Tony Ferreira | Vinícius Salvatore |
TÍTULO DA OBRA: |
Fogo Sobre Terra |
FORMATO: |
Novela |
DATA DE INÍCIO: |
6 de maio de 1974 |
DATA DO TÉRMINO: |
4 de janeiro de 1975 |
HORÁRIO: |
20h |
DIAS DA SEMANA: |
- |
DURAÇÃO: |
30 min |
NÚMERO DE CAPÍTULOS: |
209 |
EMISSORA: |
Rede Globo |
REALIZAÇÃO: |
- |
AUTORIA: |
- |
TEXTO: |
Janete Clair |
COLABORAÇÃO: |
- |
DIREÇÃO: |
Walter Avancini, Gonzaga Blota e Daniel Filho |
DIREÇÃO GERAL: |
Walter Avancini |
DIREÇÃO ARTÍSTICA: |
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DIREÇÃO DE NÚCLEO: |
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DIREÇÃO MUSICAL: |
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DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: |
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DIREÇÃO DE ARTE: |
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DIREÇÃO DE TV: |
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ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO: |
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ABERTURA: |
Cyro Del Nero |
PRODUÇÃO MUSICAL: |
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TRILHA ORIGINAL: |
Sigla, Vinicius de Moraes e Toquinho |
GERÊNCIA MUSICAL: |
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MUSICAS: |
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PRODUÇÃO: |
Sérgio Dionísio e Nilton Cupelo |
EQUIPE DE PRODUÇÃO: |
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PRODUÇÃO DE ELENCO: |
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INSTRUTOR DE DRAMATURGIA: |
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ILUMINAÇÃO: |
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EQUIPE DE ILUMINAÇÃO: |
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EQUIPE DE ARTE: |
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FIGURINO: |
Elano Pinto |
EQUIPE DE FIGURINO: |
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CARACTERIZAÇÃO: |
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EQUIPE DE CARACTERIZAÇÃO: |
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CABELEIREIRO (A): |
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MAQUIAGEM: |
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EQUIPE DE MAQUIAGEM: |
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CONTINUIDADE: |
Marta Medice |
EQUIPE DE CONTRA-REGRA: |
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DESENHO DE PRODUÇÃO: |
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CENOGRAFIA: |
Mario Monteiro |
EQUIPE DE CENOGRAFIA: |
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SUPERVISÃO DE MONTAGEM: |
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CÂMERAS: |
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EQUIPE DE CÂMERA: |
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ILUMINAÇÃO: |
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EQUIPE DE ILUMINAÇÃO: |
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EQUIPE DE EXTERNAS: |
Nelio Garcia e Aristeu Ozorio |
DIREÇÃO DE OPERAÇÕES: |
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SONOPLASTIA: |
Antonio Faya |
EQUIPE DE SONOPLASTIA: |
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EFEITOS SONOROS: |
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EDIÇÃO: |
Roberto Talma |
EQUIPE DE EDIÇÃO: |
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EQUIPE DE VÍDEO: |
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EQUIPE DE ÁUDIO: |
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COLORISTA: |
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GERENTE DE OPERAÇÕES: |
Rene Proença e Jeol Motta |
SUPERVISÃO DE OPERAÇÕES: |
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EQUIPE DE OPERAÇÕES: |
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EQUIPE DE FINALIZAÇÃO: |
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EFEITOS VISUAIS: |
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EQUIPE DE EFEITOS VISUAIS: |
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EFEITOS ESPECIAIS: |
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SUPERVISÃO EXECUTIVA DE CAPTAÇÃO: |
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SUPERVISÃO E OP. SISTEMAS: |
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GERENTE DE PROJETOS: |
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PRODUÇÃO DE ENGENHARIA: |
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PLANEJAMENTO E CONTROLE: |
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EQUIPE DE PLANEJAMENTO E CONTROLE: |
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DIREÇÃO DE IMAGEM: |
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EQUIPE DE INTERNET: |
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A novela “Fogo sobre Terra” sofreu muito com a censura. No ano anterior, havia sido proibida e, ao longo de sua produção, Janete Clair teve que reescrever diversas tramas por conta da censura. Uma das histórias é quando Pedro (Juca de Oliveira) conclamava o povo a pegar em armas para defender Divinéia. A autora foi obrigada a mudar a história e incluir a prisão do personagem, acusado de invasão de domicílio, sequestro e tentativa de homicídio.
As críticas apontavam a trama de “Fogo sobre Terra” como confusa, talvez pelo excesso de tramas secundárias, mas também muito disso também se deveu às adaptações feitas por Janete Clair à censura imposta em vários capítulos da novela. A autora teve que reescrever diversos capítulos que foram vetados pela censura federal, o que dava muito trabalho também para a equipe e produção da novela, pois era comum regravar cenas e providenciar novos cenários e locações para as gravações. Sérgio Dionísio, um dos produtores, disse em entrevista na época: “fizemos três novelas numa só: uma que foi escrita, outra que foi realizada e outra que foi ao ar”. No final da novela, Janete Clair comentou: “Não sei se Fogo Sobre Terra é minha melhor novela. Só sei que estou muito feliz por tê-la escrito e gratificada pelo sucesso que ela alcançou, apesar de todos os obstáculos. Seu enorme sucesso não é só meu; é muito mais dos atores, da direçãoe da produção esmerada que recebeu. Compensa todos os dissabores, porque é preciso que as pessoas saibam da luta que foi levar esta novela a bom termo. Vencemos barreiras que muitas vezes nos fizeram mutilar capítulos inteiros. O público não toma conhecimento desses problemas que um autor tem que enfrentar e superar. Os críticos, estes sabem disso, mas fingem ignorar. Exigem, exigem cada vem mais (e é esse o seu papel), mas escamoteiam o autor de incoerência que eles sabem que se devem ao rigor dos cortes. Mas, apesar de tudo, contra tudo, “Fogo sobre Terra” venceu, bateu todos os recordes de audiência. E isto é o que interessa, porque o meu grande compromisso é com o público, com essa plateia de dezenas de milhares de espectadores. Para eles que eu escrevo; só a sua reação que me interessa”. Em outro momento, Janete Clair disse: “Foram para o ar apenas 70 por cento do que pretendia contar. Mesmo assim, esses 70 por cento foram gratificante. A novela foi um sucesso de audiência. O público amou meus personagens e com eles ”.
Um dos personagens principais de “Fogo sobre Terra” foi a cidade Divinéia, e o público acompanhou atento qual seria o seu destino no final da novela, que acabou sendo destruída no último capítulo pela inundação causada pela nova barragem. Foi construída uma cidade cenográfica em Barra de Maricá, na época uma aldeia de pescadores com 30 casas, a 17 km de Niterói, em Maricá, Rio de Janeiro. O local virou ponto turístico, a localidade foi rebatizada de “Ponta de Divinéia”e mantém esse nome até os dias atuais.
O foco principal da trama era o choque entre o desenvolvimento e o sentimento do homem do campo, apegado à terra. O conflito era provocado pelo avanço do progresso em regiões onde o amor à terra e o temor de qualquer tipo de violação da natureza são encarados como coisa séria.
Por se tratar de uma história rural, ambientada em uma cidade no interior do Mato Grosso, todo o elenco da novela teve que passar por um curso intensivo de equitação, pois a maioria não sabia andar a cavalo. Isso foi necessário pelo fato da cidade não ter outro meio de transporte a não ser o cavalo. Durante o curso, houve alguns incidentes, sendo o mais grave foi um acidente que ocorreu com Neusa Amaral, que precisou ser hospitalizada.
A atriz Dina Sfat vinha de uma série de trabalhos densos e, durante a produção da novela, engravidou; por isso, a maioria de suas cenas era feita em plano fechado no rosto da atriz, ou em plano aberto quando ela estava distante. Foi um grande destaque para a carreira da atriz, pois sua personagem, Chica Martins, se tornou uma das mais queridas entre o público. Sobre sua personagem, ela disse: “Não tenho nada a ver com a Chica Martins, mas aprendi a admirá-la pela sua força e pelas atitudes que assume. É uma mulher decidida, um personagem livre. Desde o início da novela, brinco muito com ela, divertido-me com suas peripécias. Janete Clair soube criá-la muito bem, e eu tive a felicidade de fazê-la, o que me proporcionou realizar meu melhor trabalho em televisão.”
A atriz Sonia Braga recebeu constantes elogios da crítica por sua personagem. Sonia já havia feito duas obras de Janete Clair, “Irmãos Coragem” e “Selva de Pedra”, e foi se destacando ao longo dos trabalhos, mas foi com Brisa que sua popularidade aumentou junto ao público. Uma personagem que amava André (Marcos Paulo) sem ser correspondida, casa-se com ele por obrigação e não por amor. Brisa sofria pelo amor não correspondido de um homem mau caráter. Separa-se e fica cega por questões emocionais. Com o talento reconhecido, no ano seguinte, Sonia foi escalada para a personagem que a tornou uma estrela na televisão brasileira, “Gabriela”.
A atriz Regina Duarte, aos 27 anos, assumiu o papel de Bárbara logo após o nascimento de sua filha, Gabriela. Por causa do resguardo, a personagem de Regina só apareceu no capítulo 15 da novela. Essa foi a primeira novela que a atriz não interpretava mais a mocinha romântica, ingênua e virgem, mas sim uma mulher rica, culta, instável, voluntariosa e agressiva, com “experiências românticas” anteriores. Segundo Daniel Filho, a censura havia ordenado que fosse esclarecido que Bárbara “era uma mulher de um homem só”, pois, para eles (os censores), seria um choque para o público ver a “namoradinha do Brasil” como uma mulher “leviana”.
A atriz Françoise Forton, então com 18 anos, estreou na novela “Fogo Sobre Terra” como Estrada de Ferro, noiva de Arthur Braga (Herval Rossano).
Janete Clair mudou o final de Pedro Azulão, pois havia recebido um grande volume de cartas do público pedindo um final feliz para a personagem. Sobre isso, a autora comentou: “Realmente, essas cartas me deram ânimo para escrever um novo final para Fogo. (...) Confesso que o desfecho que tinha planejado não era o que fiz agora, mas não há como fugir. E eu não iria tomar partido contra o público que me deu apoio decisivo num momento em que eu mais precisava”.
Final dramático para Índia Nara (Neuza Amaral), que, após a inundação, prefere ficar na cidade a abandoná-la e acaba morrendo afogada, em uma cena marcante no fim de “Fogo sobre Terra”.
Em 2005, houve um projeto para fazer um remake para a Rede Globo de “Fogo Sobre Terra” para a Rede Globo, no horário das 18h. O autor Ricardo Linhares chegou a entregar à direção da emissora uma sinopse e o primeiro capítulo, porém o projeto não avançou.
BAPTISTA, Martha. Censura: a velha senhora no auge outra vez. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, ano 92, n. 136, 22 ago. 1982. TV, p. 8-9.
Barra de Maricá alias Divinéia: a nova atração. O Globo, ano 50, n. 14962, 16 set. 1974. p. 10.
BERMAN, Deborah. Galope para o sucesso. Sétimo Céu, 05 mai. 1974.
Dicionário da Tv Globo: vol 1: programas de dramaturgia & entretenimento.Rio de Janeiro: Zahar, 2003. 921 p.
ESQUENAZI, Rose. As Peripécias de Janete. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, ano 104, n. 302, 4 fev. 1995. Sessão Nostalgia, p. 8.
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“fogo sobre terra” mostra nova imagem de Regina Duarte. O Globo, Rio de Janeiro, ano 49, 19 mai. 1974. Tele Semana, p. 10.
FREITAS, Rogaciano. Dina não sabe nada do filho de Chica. Amiga, 08 nov. 1974.
KOGUT, Patrícia. “Fogo sobre terra”: “remake”. O Globo, Rio de Janeiro, ano 81, n. 26293, 2 ago. 2005. Segundo Caderno + Controle Remoto, p.6.
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Fogo Sobre Terra in: CDB - Catálogo da Dramaturgia Brasileira. Niterói, RJ: 2026. Disponível em: https://dramaturgiabrasileira.com.br/televisao/fogo-sobre-terra/. Acesso em: 15 de julho de 2026.
Como citar:
Fogo Sobre Terra in: CDB - Catálogo da Dramaturgia Brasileira. Niterói, RJ: 2026. Disponível em: https://dramaturgiabrasileira.com.br/televisao/fogo-sobre-terra/. Acesso em: 15 de julho de 2026.

