Gabriela
(Novela)
Na cidade de Ilhéus, em 1925, um grupo da população dirige-se para o Sul para fugir da seca que assola o Nordeste, buscando uma vida melhor. Ao chegar à cidade, deparam-se com uma festa na igreja da cidade, onde três grupos se unem na comemoração: os devotos de São Jorge de Ilhéus, de São Sebastião e de Santa Madalena. Nesse contexto surge Gabriela (Sonia Braga), uma das retirantes, que vai trabalhar no bar Vezúvio, do turco Nacib (Armando Bogus), com quem vive um tórrido romance. A população da cidade é a protagonista da história, tem-se o chefe político da cidade, o Coronel Ramiro Bastos (Paulo Gracindo) que ganha como rival Mundinho Falcão (José Wilker), que é um exportador de cacau que chega na cidade com muitas ideias novas. Mundinho acaba se apaixonando pela neta do coronel, Jerusa (Nivea Maria). O cotidiano da cidade é mostrado por diversos personagens, como a “rapariga” da boate Bataklan, Zarolha (Dina Sfat), o conquistador Tonico Bastos (Fúlvio Stefanini), a revolucionária Malvina (Elizabeth Savalla), entre outros.
| PERSONALIDADE | PERSONAGEM |
| Ademar Rodrigues | Clemente |
| Alciro Cunha | Aristóteles Pires |
| Ana Ariel | Silvia Tavares/ Idalina |
| Ana Maria Magalhães | Gloria |
| Angela Leal | Olga Bastos |
| Armando Bogus | Nacib |
| Ary Fontoura | Dr. Pelópidas |
| Blanche Paes Leme | Dona Crisalina |
| Castro Gonzaga | Coronel Amâncio Leal |
| Cidinha Millan | Chiquinha |
| Clementino Kelé | Fagundes |
| Cosme dos Santos | Moleque Tuiska |
| Dina Sfat | Zarolha |
| Elizabeth Savala | Malvina |
| Eloisa Mafalda | Maria Machadão |
| Francisco Dantas | coronel Jesuino Guedes Mendonça |
| Fúlvio Stefanini | Tonico Bastos |
| Germano Filho | Silva |
| Gilberto Martinho | Coronel Melk Tavares |
| Hemílcio Fróes | Alfredo Bastos |
| Hugo Carvana | Agileu Palmeira |
| Ilcéa Magalhães | Pretinha |
| Ilva Niño | Filomena |
| Jayme Barcellos | Dr. Ezequiel Prado |
| João Paulo Adour | Dr. Osmundo Pimentel |
| Jorge Cherques | Padre Basílio |
| José Wilker | Mundinho Falcão |
| Luiz Orioni | João Fulgêncio |
| Lybia Esmeralda | Dona Jorgina |
| Marco Nanini | Professor Josué |
| Marcos Paulo | Rômulo Vieira |
| Margareth Boury | Mariquinha |
| Maria Angélica | Neuzona |
| Maria das Graças | Deusolina |
| Maria Fernanda | Dona Sinhazinha Guedes Mendonça |
| Maria Lucia Dahl | Jandaia |
| Marilena Cury | Zobeida |
| Mario Gomes | Berto Leal |
| Milton Gonçalves | Filó |
| Monah Delacy | Dona Dadá |
| Natália do Vale | Aurora |
| Neila Tavares | Anabela |
| Nívea Maria | Jerusa |
| Paulo Cesar Pereio | Príncipe |
| Paulo Gonçalves | Maurício Caires |
| Paulo Gracindo | Coronel Ramiro Bastos |
| Pedro Paulo Rangel | Juca Viana |
| Rafael de Carvalho | coronel Coroliano Ribeiro |
| Regina Vianna | Salma |
| Roberto Bomfim | Chico Chicão |
| Rubens de Falco | Pimentel |
| Samir de Montemor | Saad |
| Sérgio de Oliveira | Capitão |
| Sonia Braga | Gabriela |
| Sônia Oiticica | Idalina Bastos/silvia |
| Stênio Garcia | Felismino |
| Thelma Reston | Dona Arminda |
| Tonico Pereira | Chico Moleza |
TÍTULO DA OBRA: |
Gabriela |
FORMATO: |
Novela |
DATA DE INÍCIO: |
14 de abril de 1975 |
DATA DO TÉRMINO: |
24 de outubro de 1975 |
HORÁRIO: |
22h |
DIAS DA SEMANA: |
- |
DURAÇÃO: |
30 min |
NÚMERO DE CAPÍTULOS: |
135 |
EMISSORA: |
Rede Globo |
REALIZAÇÃO: |
- |
AUTORIA: |
Jorge Amado (Obra original) |
TEXTO: |
Walter George Durst (Adaptação) |
COLABORAÇÃO: |
- |
DIREÇÃO: |
Walter Avancini e Gonzaga Blota |
DIREÇÃO GERAL: |
Wanter Avancini |
DIREÇÃO ARTÍSTICA: |
- |
DIREÇÃO DE NÚCLEO: |
- |
DIREÇÃO MUSICAL: |
- |
DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA: |
- |
DIREÇÃO DE ARTE: |
- |
DIREÇÃO DE TV: |
- |
ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO: |
- |
ABERTURA: |
Aldemir Martins (desenho de abertura) |
PRODUÇÃO MUSICAL: |
- |
TRILHA ORIGINAL: |
Guto Graça Mello |
GERÊNCIA MUSICAL: |
- |
MUSICAS: |
- |
PRODUÇÃO: |
Daniel Filho |
EQUIPE DE PRODUÇÃO: |
Nilton Cupello (coordenação) |
PRODUÇÃO DE ELENCO: |
- |
INSTRUTOR DE DRAMATURGIA: |
- |
ILUMINAÇÃO: |
- |
EQUIPE DE ILUMINAÇÃO: |
- |
EQUIPE DE ARTE: |
- |
FIGURINO: |
Marília Carneiro |
EQUIPE DE FIGURINO: |
Cristina Guimarães e Luiz Tornelli (assistentes); |
CARACTERIZAÇÃO: |
- |
EQUIPE DE CARACTERIZAÇÃO: |
- |
CABELEIREIRO (A): |
- |
MAQUIAGEM: |
Eric Rzepecki |
EQUIPE DE MAQUIAGEM: |
- |
CONTINUIDADE: |
Carmem Ubilla |
EQUIPE DE CONTRA-REGRA: |
Hamilton Loere, Vidal Cruz, Célio de Souza, Paracium Gonçalves e João Mário |
DESENHO DE PRODUÇÃO: |
Carybé |
CENOGRAFIA: |
Mário Monteiro, Gilberto Vigna e Carybé (desenho da cidade cenográfica) |
EQUIPE DE CENOGRAFIA: |
José Dias (assistente) |
SUPERVISÃO DE MONTAGEM: |
- |
CÂMERAS: |
Eid Walesko, Márcio Tanaka, Cassiano P. Filho, Carlos Alberto Giraldes, Edson da Silva e Myro Murad |
EQUIPE DE CÂMERA: |
José Mário (câmera portátil) |
ILUMINAÇÃO: |
- |
EQUIPE DE ILUMINAÇÃO: |
- |
EQUIPE DE EXTERNAS: |
- |
DIREÇÃO DE OPERAÇÕES: |
- |
SONOPLASTIA: |
Antonio Faya |
EQUIPE DE SONOPLASTIA: |
- |
EFEITOS SONOROS: |
- |
EDIÇÃO: |
Roberto Talma e Luiz Paulo |
EQUIPE DE EDIÇÃO: |
- |
EQUIPE DE VÍDEO: |
Ivo Soares, Paulo Carneiro e Jorge Câmara (vídeo) |
EQUIPE DE ÁUDIO: |
Sergio Murilo e Mauro Araújo (áudio) |
COLORISTA: |
- |
GERENTE DE OPERAÇÕES: |
- |
SUPERVISÃO DE OPERAÇÕES: |
- |
EQUIPE DE OPERAÇÕES: |
- |
EQUIPE DE FINALIZAÇÃO: |
- |
EFEITOS VISUAIS: |
- |
EQUIPE DE EFEITOS VISUAIS: |
- |
EFEITOS ESPECIAIS: |
Gabriel Queiroz |
SUPERVISÃO EXECUTIVA DE CAPTAÇÃO: |
- |
SUPERVISÃO E OP. SISTEMAS: |
René Proença e Joel Motta |
GERENTE DE PROJETOS: |
- |
PRODUÇÃO DE ENGENHARIA: |
- |
PLANEJAMENTO E CONTROLE: |
- |
EQUIPE DE PLANEJAMENTO E CONTROLE: |
- |
DIREÇÃO DE IMAGEM: |
- |
EQUIPE DE INTERNET: |
- |
A novela é uma adaptação livre feita por Walter Durst, baseada no livro “Gabriela, Cravo e Canela”, de Jorge Amado. Tinha como compromisso não trair o pensamento do autor, ser fiel ao tema principal e, fundamentalmente, manter o clima geral do romance. Esta é a segunda adaptação do mesmo livro para a televisão. A primeira foi produzida pela Rede Tupi, em 1961.
Por mais que o diretor Valter Avancini tratasse através da imprensa de dizer que a novela não era uma grande produção, na prática a verdade era outra. Existia uma grande expectativa do público com a novela, pois o romance de Jorge Amado era um grande sucesso de venda, e teve traduções em diversas partes do mundo (foi traduzido em francês, espanhol, tcheco, inglês, alemão, romeno, húngaro, servo-croata, ucraniano, dinamarquês, sueco, búlgaro e italiano). Além disso, a obra foi escolhida para a comemoração dos 10 anos da Rede Globo. A produção contava com um grande diretor e um elenco de peso, os principais nomes contratados pela emissora na época. De fato, “Gabriela” inaugurou uma nova fase na televisão brasileira.
A produção da novela levou um ano. Em janeiro de 1974, Walter George Durst recebeu instruções para fazer a adaptação do romance. Os direitos do romance só foram comprados somente em agosto do mesmo ano.
No final de 1974, já começaram as especulações sobre quem interpretaria Gabriela na nova adaptação do romance de Jorge Amado. Nomes como Renée de Vielmond e Sandra Bréa chegaram a ser cogitados, e depois as atrizes Ana Maria Magalhães e Sonia Braga ganharam força. O nome da atriz Sonia Braga só foi confirmado em fevereiro de 1975.
A escolha de Sonia Braga para viver o papel-título da novela na época não agradou a todos. Uma ala do público achava que Sonia não se parecia com a personagem, que no livro era descrita como “morena, de longos cabelos negros e olhos claros”. Por outro lado, outro grupo considerava Sonia a escolha perfeita. O diretor Edwaldo Pacote disse na época: “Jorge Amado, em todo o seu romance, nunca deu uma descrição detalhada de Gabriela. Ele apenas ofereceu algumas pistas e deixa que o leitor imagine a Gabriela que quiser; portanto, Soninha é a intérprete perfeita”. Sobre isso, Sonia Braga comentou em entrevista: “Sabe, acho que seria difícil achar uma pessoa que todo o público considerasse ideal para viver Gabriela, pois cada um de nós que leu o romance tem uma imagem diferente. Logo, não da para agradar a gregos e troianos ao mesmo tempo”.
Em entrevista à revista Playboy, em agosto de 1982, Sonia falou: “Quando me disseram: ‘Sonia, você foi escolhida para fazer Gabriela’, eu me olhava assim, feia, branca! Aí começou a preparação em todos os sentidos. Na minha cabeça, tinha essa coisa de eu virar Maria, quer dizer, virar a mulher brasileira assumindo a sua beleza, se transformando numa coisa bonita. Conscientemente! (...) Imagina você se sentir feia a vida toda, já não ligar mais para isso e, de repente, representar, dentro da literatura brasileira, o padrão de beleza brasileiro. Você tem que se redescobrir inteiramente”. A atriz Sonia Braga foi consagrada como símbolo sexual após a novela.
Estava dado como certo que Jardel Filho seria o turco Nacib, sendo frequentemente noticiado pela imprensa. O ator, um homem branco de cabelos e olhos claros, já havia até pintado o cabelo para viver a personagem, porém não havia conseguido se enquadrar no papel, foi transferido para o programa “Fantástico”. Então, a direção convocou Carlos Eduardo Dolabella para interpretar a personagem. Depois, a direção mudou de ideia mais uma vez, definindo que o personagem ficaria com Armando Bogus. Sobre a personagem, Bogus afirmou em entrevista à revista Contigo: “Bom, cara de turco eu já tenho, pois minha ascendência é libanesa. Além disso, conheço bem Nacib por que convivi com muitos tipos iguais a ele. É um ser humano fascinante. (...) Tive que fazer permanente porque o personagem exige cabelos encaracolados. Mas não adiantou muito, pois os meu cabelo é liso demais e eu tenho que enrolá-los diariamente. Quando o Nacib, posso garantir que vou tentar fazer bem o papel, por que o importante não é o fato de o árabe ser gordo, como Jorge Amado o descreve no livro, e sim o seu comportamento humano”.
A atriz Sonia Braga e o ator Armando Bogus já haviam contracenado juntos no teatro, na peça “Hair” (1969) e no programa educativo “Vila Sésamo” (1972).
Sobre o cuidado com a direção de arte, Valter Avancini comentou em entrevista à revista Amiga: “Cuidamos do mínimo detalhe porque uma novela dessa é também uma reportagem da época. Até uma caixa de fósforo tem que ser a usada ao tempo em que, supostamente, ocorreram as cenas. Em alguns casos, tivemos que encomendar às fábricas a produção de adereços especialmente para a novela”.
As cenas de caatinga foram inicialmente feitas na cidade de Maricá, Rio de Janeiro, no mesmo local onde foram gravadas as cenas de “Fogo Sobre Terra”. Porém, Walter Avancini não gostou das cenas gravadas. Parte do elenco e da equipe embarcou então para a Bahia para gravar algumas cenas. As cenas foram gravadas nas cidades de Canassarí, Ribeiro do Pontal, Alagoinhas, Cícero Dantas, Guloso, Antas e Euclides da Cunha. Estas foram as únicas cenas gravadas na Bahia; todas as outras foram feitas na cidade cenográfica construída em Barra de Guaratiba.
A equipe de cenógrafos e engenheiros da Rede Globo montou toda a fachada da cidade na praia da Barra de Guaratiba, subúrbio do Rio de Janeiro. Os cenógrafos Mário Monteiro e Gilberto Vigna reproduziram as principais construções que fazem a cidade de Ilhéus criada para a novela “Gabriela”, baseados nos desenhos de produção criados pelo artista plástico Carybé, que já havia trabalhado com Jorge Amado nas ilustrações de suas obras. Foi aterrado uma área de 1.200m² - posteriormente coberta por jardins projetados pelo paisagista Burle Marx -, foi instalada também uma caixa d’água com capacidade de 16 mil litros e um transformador de 50kw, uma estrutura grandiosa para os padrões da época.
O artista plástico Aldemir Martins ficou responsável pelas ilustrações da abertura da novela. A trilha da abertura foi composta por Dorival Caymmi e interpretada por Gal Costa.
O jornalista Artur da Távola, em sua coluna de 14 de abril de 1975, descreveu sua experiência no pré-lançamento para a imprensa da novela “Gabriela”, com a presença do diretor da novela e alguns atores. O evento foi caracterizado como “uma forma madura e respeitosa de lançamento” e descreveu a novela, como “um ato de coragem da Rede Globo” e que representava “uma tendência importantíssima da telenovela do Brasil”. Ainda afirmou que isso revelava uma “maturidade do gênero; progresso do próprio público habituado que vai ficando a consumos culturais mais sofisticados; possibilidade crescente de assimilação assistemática e não didatizante de dados culturais; convívio com momentos tanto da história como da literatura brasileiras”. Távola também comenta: “pretendo é acentuar que o que é típico da cultura de massas é uma fusão de gêneros, estilos e conteúdos. Esta simbiose, quando bem realizada, permite a milhões de pessoas o consumo tanto de um formal externo que as distraia, como de um conteúdo culturalizante ou aculturador que as alimente”.
A novela foi reapresentada, em um compacto de 70 capítulos em duas ocasiões: de janeiro a maio de 1979 e de outubro de 1988 a fevereiro de 1989. Em junho de 1982, foi reapresentada em 12 capítulos, exibidos às 22h. Esta última edição foi feita a partir dos 135 capítulos sob direção de Ubiratan Martins, que manteve o fio condutor da história, conservando os principais personagens e seus dramas.
A novela “Gabriela” foi a primeira obra vendida para Portugal, no ano de 1977.
A badalada “Gabriela”. Diário de Notícias, 11 abr. 1975. Televisão.
A bomba da Tv Globo. Gazeta de Notícias, 11 abr. 1975.
De Gabriela a Da Vinci. O Globo, Rio de Janeiro, 13 abr. 1975. Arthur da Távola, Destaque da Semana.
Dicionário da Tv Globo: vol 1: programas de dramaturgia & entretenimento.Rio de Janeiro: Zahar, 2003. 921 p.
FILHO, Hamilton Almeida. Playboy entrevista Sonia Braga. Playboy, São Paulo, ano 8, n. 85, ago. 1982.
Gabriela. In: Memória Globo. Disponível em: https://memoriaglobo.globo.com/entretenimento/novelas/gabriela-1a-versao/. Acesso em: 11 ago. 2023.
HALFOUN, Eli. Gabriela começa em Maricá: Já era tempo. Última Hora, Rio de Janeiro, 18 fev. 1975.
HALFOUN, Eli. Gracindo é de Gabriela que já tem novo turco. Última Hora, 25 fev. 1975.
HALFOUN, Eli. Gabriela já está na Bahia. Última Hora, Rio de Janeiro, 27 fev. 1975.
MARTINS, Jussara. Dolabella, bem parecido como o turco de “Gabriela”. Diário de Notícias, 27 fev. 1975.
PORFÍRIO, Pedro. Avancini: Gabriela não será uma supernovela. Amiga, 02 abr. 1975. P. 12-13.
Quem vai ser Gabriela?. Contigo, 06 fev. 1975. P. 26-27.
RITO, Regina. A difícil missão. Ilusão, 14 mar. 1975.
RITO, Regina. Um galã das arábias. Contigo, 04 abr. 1975.
SILVEIRA, Emilia. O cheiro de cravo, a cor de canela, eu vim de longe, vim ver Gabriela. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, ano 85, n. 5, 13 abr. 1975. Caderno B, p. 2.
Sonia é a Gabriela com Wilker e Jardel. Amiga, 14 fev. 1975.
TÁVOLA, Artur. Nova tendência na telenovela?. O Globo, Rio de Janeiro, 14 abr. 1975.
TV Globo “carrega” em sua Gabriela. O Fluminense, Niterói, ano 97, n. 21958, 28 mar. 1975. Televisão, p. 18.
Gabriela in: CDB - Catálogo da Dramaturgia Brasileira. Niterói, RJ: 2026. Disponível em: https://dramaturgiabrasileira.com.br/televisao/gabriela/. Acesso em: 15 de julho de 2026.
Como citar:
Gabriela in: CDB - Catálogo da Dramaturgia Brasileira. Niterói, RJ: 2026. Disponível em: https://dramaturgiabrasileira.com.br/televisao/gabriela/. Acesso em: 15 de julho de 2026.

